ATIVIDADE 3.3 - Avaliação de Produtos Multimídias “Produtos e objetos do Portal do Professor”
Diversas vezes tive a oportunidade de navegar pelo Portal Do Professor e também utilizar algumas idéias de aulas que enriqueceram minha prática pedagógica principalmente com relação ao nosso projeto Horta Mandalla, tudo de forma lúdica e atrativa. Realmente o Portal do Professor é um rico acervo que pode ser utilizado por qualquer professor que queira ou possa tirar um tempo para fazer uma navegação que contribuirá e muito em seu fazer pedagógico.
Com as observações realizadas concluí que a escola possui vários recursos tecnológicos como: coleções de DVDs fornecido pelo MEC da TV Escola abordando vários temas, três notbooks, doze computadores, quase todos conectados a internet, com exceção dos do laboratório de informática, data show, máquina fotográfica, filmadora como outros itens.
No laboratório de informática o programa Linux nos permite realizar diversas atividades diferenciadas e inovadoras; podemos realizar pesquisas de diversos tipos de literatura e tros, com vários tipos de jogos educativos e vídeos da TV Escola. Através dessas observações pude concluir que nossa escola mesmo sendo uma escola do campo, está conseguindo dentro do possível acompanhar as inovações tecnológicas
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis". (Fernando Pessoa)
terça-feira, 28 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
APRESENTAÇÃO DA AULA PUBLICADA NO PORTAL DO PROFESSOR
Navegar no Portal do Professor é muito interessante sendo um espaço para trocas de experiências e conhecimentos. Como já havia feito meu cadastro a algum tempo e por várias vezes utilizei recursos e idéias para minhas aulas, não tive dificuldade em postar nossa aula que foi em equipe. Contudo, criar a equipe foi um grande desafio e muito complicado, diga-se de passagem, precisamos da ajuda dos colegas que tiveram mais facilidade com tal atividade, e olha que forma poucos esses que não tiveram muita dificuldade nesta fase do trabalho, mas passou e mais uma vez conseguimos concluir mais uma etapa deste estudo!
Navegar no Portal do Professor é muito interessante sendo um espaço para trocas de experiências e conhecimentos. Como já havia feito meu cadastro a algum tempo e por várias vezes utilizei recursos e idéias para minhas aulas, não tive dificuldade em postar nossa aula que foi em equipe. Contudo, criar a equipe foi um grande desafio e muito complicado, diga-se de passagem, precisamos da ajuda dos colegas que tiveram mais facilidade com tal atividade, e olha que forma poucos esses que não tiveram muita dificuldade nesta fase do trabalho, mas passou e mais uma vez conseguimos concluir mais uma etapa deste estudo!
ATIVIDADE 3.2 – Mídias Digitais
Partindo deste novo cenário educacional onde atualmente, a maioria das escolas públicas e privadas tem disponível o acesso às diversas mídias para serem inseridas no processo de ensino e aprendizagem. No entanto, surge uma nova demanda para o professor: saber como usar pedagogicamente as mídias. Com isso, o professor que, confortavelmente, desenvolvia sua ação pedagógica tal como havia sido preparado durante a sua vida acadêmica e em sua experiência em sala de aula, dando aula, passando o conteúdo na lousa, corrigindo os exercícios e provas dos alunos, se vê frente a uma situação que implica novas aprendizagens e mudanças na prática pedagógica.
De fato, o professor, durante anos, vem desenvolvendo sua prática pedagógica prioritariamente, mas este cenário começou e continua a ser alterado já faz algum tempo com a chegada de computadores, internet, vídeo, projetor, câmera, e outros recursos tecnológicos nas escolas. Novas propostas pedagógicas também vêm sendo disseminadas, enfatizando novas formas de ensinar, por meio da integração de mídias na prática pedagógica, favorecendo o aprendizado do aluno e a construção do conhecimento.
No entanto, o fato de utilizar diferentes mídias na prática escolar nem sempre significa integração entre as mídias e a atividade pedagógica. Integrar – no sentido de completar, vai além de acrescentar o uso de uma mídia em uma determinada situação da prática escolar. Para que haja a integração, é necessário conhecer as especificidades dos recursos midiáticos, com vistas a incorporá-los nos objetivos didáticos de maneira que possa enriquecer com novos significados as situações de aprendizagem vivenciadas pelos alunos. Por isso é importante que o professor reflita sobre essa nova realidade, repense sua prática e construa novas formas de ação que permitam não só lidar com essa nova realidade, com também construí-la.
Partindo deste novo cenário educacional onde atualmente, a maioria das escolas públicas e privadas tem disponível o acesso às diversas mídias para serem inseridas no processo de ensino e aprendizagem. No entanto, surge uma nova demanda para o professor: saber como usar pedagogicamente as mídias. Com isso, o professor que, confortavelmente, desenvolvia sua ação pedagógica tal como havia sido preparado durante a sua vida acadêmica e em sua experiência em sala de aula, dando aula, passando o conteúdo na lousa, corrigindo os exercícios e provas dos alunos, se vê frente a uma situação que implica novas aprendizagens e mudanças na prática pedagógica.
De fato, o professor, durante anos, vem desenvolvendo sua prática pedagógica prioritariamente, mas este cenário começou e continua a ser alterado já faz algum tempo com a chegada de computadores, internet, vídeo, projetor, câmera, e outros recursos tecnológicos nas escolas. Novas propostas pedagógicas também vêm sendo disseminadas, enfatizando novas formas de ensinar, por meio da integração de mídias na prática pedagógica, favorecendo o aprendizado do aluno e a construção do conhecimento.
No entanto, o fato de utilizar diferentes mídias na prática escolar nem sempre significa integração entre as mídias e a atividade pedagógica. Integrar – no sentido de completar, vai além de acrescentar o uso de uma mídia em uma determinada situação da prática escolar. Para que haja a integração, é necessário conhecer as especificidades dos recursos midiáticos, com vistas a incorporá-los nos objetivos didáticos de maneira que possa enriquecer com novos significados as situações de aprendizagem vivenciadas pelos alunos. Por isso é importante que o professor reflita sobre essa nova realidade, repense sua prática e construa novas formas de ação que permitam não só lidar com essa nova realidade, com também construí-la.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
ATIVIDADE 3.1 - REFLEXÃO
É no âmbito escolar que decorrem as mais diversas aprendizagens, onde se torna evidente que os alunos têm períodos e níveis diferentes em estarem absorvendo tais conhecimentos proposto pelos professores.
As crianças são o resultado de suas experiências. Para compreender seu desenvolvimento é preciso considerar o espaço em que elas vivem, a maneira como constroem significados, as práticas culturais etc. Em uma sala de aula existem vários tipos ou estilos de aprendizagem. Alguns estudantes são mais introvertidos e se dão bem fazendo trabalhos manuais. Outros são mais elétricos e precisam de agitação. Não há certo ou errado, melhor ou pior. É tudo uma questão de respeitar as diferenças.
A questão é como elaborar um projeto de ensino que atenda a todos os alunos, sem exceção, dos mais sensíveis aos mais durões, dos mais competitivos aos mais colaborativos, dos mais lentos aos mais rápidos, ou seja, toda a diversidade contida nas salas de aula.
Em meio a tantas diferenças em sala de aula, é sem dúvida um grande desafio trabalhar com as tecnologias e principalmente ensinar utilizando a Internet que é hoje a amiga do peito de nossos jovens, isso sem dúvida exige uma maior atenção do professor. A Internet hoje é uma tecnologia que facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece. Essa motivação aumenta se o professor a faz em um clima de confiança, de abertura, de cordialidade com os alunos. Mais que a tecnologia o que facilita o processo de ensino-aprendizagem é a capacidade de comunicação autêntica do professor, de estabelecer relações de confiança com os seus alunos, pelo equilíbrio, competência e simpatia com que atua.
É no âmbito escolar que decorrem as mais diversas aprendizagens, onde se torna evidente que os alunos têm períodos e níveis diferentes em estarem absorvendo tais conhecimentos proposto pelos professores.
As crianças são o resultado de suas experiências. Para compreender seu desenvolvimento é preciso considerar o espaço em que elas vivem, a maneira como constroem significados, as práticas culturais etc. Em uma sala de aula existem vários tipos ou estilos de aprendizagem. Alguns estudantes são mais introvertidos e se dão bem fazendo trabalhos manuais. Outros são mais elétricos e precisam de agitação. Não há certo ou errado, melhor ou pior. É tudo uma questão de respeitar as diferenças.
A questão é como elaborar um projeto de ensino que atenda a todos os alunos, sem exceção, dos mais sensíveis aos mais durões, dos mais competitivos aos mais colaborativos, dos mais lentos aos mais rápidos, ou seja, toda a diversidade contida nas salas de aula.
Em meio a tantas diferenças em sala de aula, é sem dúvida um grande desafio trabalhar com as tecnologias e principalmente ensinar utilizando a Internet que é hoje a amiga do peito de nossos jovens, isso sem dúvida exige uma maior atenção do professor. A Internet hoje é uma tecnologia que facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece. Essa motivação aumenta se o professor a faz em um clima de confiança, de abertura, de cordialidade com os alunos. Mais que a tecnologia o que facilita o processo de ensino-aprendizagem é a capacidade de comunicação autêntica do professor, de estabelecer relações de confiança com os seus alunos, pelo equilíbrio, competência e simpatia com que atua.
Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Final Pluralidade Cultural Pluralidade cultural na formação do Brasil
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
• Conhecer um pouco da cultura africana (tradição da oralidade, suas lendas, músicas, costumes, brincadeiras, relevo, crenças, relacionamentos e cuidado com o próximo), bem como, observar sua contribuição para a cultura brasileira.
• Estimular o aluno a desenvolver o fascínio pela leitura, pela escuta e socialização dos enredos do gênero conto.
• Compreender e resolver conflitos do seu cotidiano a partir de vivências de personagens do conto.
Duração das atividades
Dez aulas com duração de 60 minutos cada.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O ideal é que os demais educadores da escola estejam trabalhando, paralelamente esse tema, nas demais disciplinas.
Estratégias e recursos da aula
1ª aula
• Informar os educandos acerca das estratégias e objetivos de cada etapa das atividades que serão desenvolvidas com eles.
• Apresentar a obra “Nina África” à classe e realizar, com entonação nas falas, a leitura do conto “Furos no Céu” da autora Lenice Gomes.
• Fazer perguntas que lhe possibilite medir o grau de assimilação do conto por parte dos educandos, mostrando-lhes as ilustrações e retomando assim, as idéias centrais da história.
• Incentivar os alunos a realizar o reconto da história auxiliando-os, se necessário.
• Distribuir giz colorido molhado aos educandos e convidá-los a reproduzir, coletivamente na lousa, uma mini história em quadrinhos baseada no conto.
• Fotografar a história em quadrinhos e montar vídeo com slides, que poderá ser postado no blog da turma e/ou da escola.
2ª aula
http://www.youtube.com/watch?v=gxUiV9-R26k
• Assistir com os alunos o primeiro capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
3ª aula
http://www.youtube.com/watch?v=6baFO9FJkzI&feature=related
• Assistir com os alunos o segundo capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
4ª aula
• Assistir com os alunos o terceiro capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
5ª aula
• Assistir com os alunos o quarto capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
6ª aula
• Assistir com os alunos o quinto capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
7ª aula
• Assistir com os alunos o sexto capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
8ª aula
• Assistir com os alunos o sétimo capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
9ª aula
• Assistir com os alunos o oitavo capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
10ª aula
• Solicitar que cada educando ou dupla confeccione uma capa para a sua obra que, após ser encadernada, fará parte do acervo da biblioteca escolar.
• O ideal é que o educador disponibilize estas obras também no blog da escola.
O objetivo destas atividades é possibilitar aos educandos um contato menos engessado com a cultura africana, permitindo-lhes perceber a diversidade, a beleza e a importância desta cultura para a nossa. Todavia, esta deve ser uma prática constante da escola, seja por meio dos diversos gêneros e tipologias textuais, seja pelas brincadeiras, pois, somente quando conhecemos uma cultura aprendemos a respeitá-la.
Recursos Complementares
Recursos Educacionais
Nome: Kiriku e a Feiticeira Nome: Nina África
Tipo: Áudio Tipo: Coletânea
Recursos Complementares
Giz colorido, notebook, data show e caixa amplificada.
Avaliação
A avaliação será contínua, pois ao final de cada aula o educador deverá redigir um relatório acerca da participação e desempenho dos educandos.
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Final Pluralidade Cultural Pluralidade cultural na formação do Brasil
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
• Conhecer um pouco da cultura africana (tradição da oralidade, suas lendas, músicas, costumes, brincadeiras, relevo, crenças, relacionamentos e cuidado com o próximo), bem como, observar sua contribuição para a cultura brasileira.
• Estimular o aluno a desenvolver o fascínio pela leitura, pela escuta e socialização dos enredos do gênero conto.
• Compreender e resolver conflitos do seu cotidiano a partir de vivências de personagens do conto.
Duração das atividades
Dez aulas com duração de 60 minutos cada.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O ideal é que os demais educadores da escola estejam trabalhando, paralelamente esse tema, nas demais disciplinas.
Estratégias e recursos da aula
1ª aula
• Informar os educandos acerca das estratégias e objetivos de cada etapa das atividades que serão desenvolvidas com eles.
• Apresentar a obra “Nina África” à classe e realizar, com entonação nas falas, a leitura do conto “Furos no Céu” da autora Lenice Gomes.
• Fazer perguntas que lhe possibilite medir o grau de assimilação do conto por parte dos educandos, mostrando-lhes as ilustrações e retomando assim, as idéias centrais da história.
• Incentivar os alunos a realizar o reconto da história auxiliando-os, se necessário.
• Distribuir giz colorido molhado aos educandos e convidá-los a reproduzir, coletivamente na lousa, uma mini história em quadrinhos baseada no conto.
• Fotografar a história em quadrinhos e montar vídeo com slides, que poderá ser postado no blog da turma e/ou da escola.
2ª aula
http://www.youtube.com/watch?v=gxUiV9-R26k
• Assistir com os alunos o primeiro capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
3ª aula
http://www.youtube.com/watch?v=6baFO9FJkzI&feature=related
• Assistir com os alunos o segundo capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
4ª aula
• Assistir com os alunos o terceiro capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
5ª aula
• Assistir com os alunos o quarto capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
6ª aula
• Assistir com os alunos o quinto capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
7ª aula
• Assistir com os alunos o sexto capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
8ª aula
• Assistir com os alunos o sétimo capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
9ª aula
• Assistir com os alunos o oitavo capítulo do filme “Kirikou e a feiticeira” que pode ser encontrado no site
• Promover uma breve discussão acerca do capítulo a fim de sanar eventuais dúvidas sobre esta parte da história.
• Solicitar que os alunos criem, em duplas ou individualmente, uma história em quadrinhos reproduzindo o enredo do capítulo.
10ª aula
• Solicitar que cada educando ou dupla confeccione uma capa para a sua obra que, após ser encadernada, fará parte do acervo da biblioteca escolar.
• O ideal é que o educador disponibilize estas obras também no blog da escola.
O objetivo destas atividades é possibilitar aos educandos um contato menos engessado com a cultura africana, permitindo-lhes perceber a diversidade, a beleza e a importância desta cultura para a nossa. Todavia, esta deve ser uma prática constante da escola, seja por meio dos diversos gêneros e tipologias textuais, seja pelas brincadeiras, pois, somente quando conhecemos uma cultura aprendemos a respeitá-la.
Recursos Complementares
Recursos Educacionais
Nome: Kiriku e a Feiticeira Nome: Nina África
Tipo: Áudio Tipo: Coletânea
Recursos Complementares
Giz colorido, notebook, data show e caixa amplificada.
Avaliação
A avaliação será contínua, pois ao final de cada aula o educador deverá redigir um relatório acerca da participação e desempenho dos educandos.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Registro Digital da Experiência
Registro Digital da Experiência
Na realidade acredito que a muito tempo não realizava uma atividade que estava sendo tão aguardada pelos alunos. Como foi fascinante a eles a participação na 8ª edição do FETRAN- Festival Temático para o Trânsito, e o que é melhor a forma positiva, uma vez que os alunos foram classificados para a próxima etapa em Cuiabá, foi pura euforia.
Quando colocamos a eles que estaríamos visitando o blog da escola para revermos esses momentos através de fotos e dos relatos que haviam sido postados o entusiasmo foi contagiante.
Fiquei imensamente feliz com a realização deste planejamento pois confirmou minha tese de que quando o aluno vivência uma situação seu envolvimento é bem maior tornando-se muito gratificante a nós professores.
Na realidade acredito que a muito tempo não realizava uma atividade que estava sendo tão aguardada pelos alunos. Como foi fascinante a eles a participação na 8ª edição do FETRAN- Festival Temático para o Trânsito, e o que é melhor a forma positiva, uma vez que os alunos foram classificados para a próxima etapa em Cuiabá, foi pura euforia.
Quando colocamos a eles que estaríamos visitando o blog da escola para revermos esses momentos através de fotos e dos relatos que haviam sido postados o entusiasmo foi contagiante.
Fiquei imensamente feliz com a realização deste planejamento pois confirmou minha tese de que quando o aluno vivência uma situação seu envolvimento é bem maior tornando-se muito gratificante a nós professores.
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